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Exames

Material: Urina pré-jornada de trabalho

Sinônimo:     

Volume: 50,0 mL

Método: Cromatografia Gasosa
    
Volume Lab: 10,0 mL

Rotina: Diária
    
Resultado: 5 dia(s)

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Coletar urina de pré jornada de trabalho em frasco de coleta de urina limpo e sem aditivo; se não for realizado o exame no mesmo dia, manter a amostra refrigerada e bem vedada.

Interpretação:     Uso: na monitoração da exposição tóxica ao n-hexano, solvente de colas, polidores, tintas e outros (utilizados em indústrias farmacêuticas, têxteis e em geral). Valores aumentados: ação tóxica do n-hexano, clinicamente apresentada com neuropatia periférica, distonia muscular e perda de sensibilidade tátil. Deve-se preferencialmente coletar a amostra no final do expediente do último dia trabalhado na semana.

Referência:     
IBMP*: até 5,0 mg/g de creatinina.
para exposição ao n-hexano.
Até 2,0 mg/g creatinina para exposição a metil-n-butil cetona.
*Índice Biológico Máximo Permitido (NR-7,1994,MTE)

Metodologia desenvolvida e validada pelo laboratório de acordo com a RDC 302 de 13/10/2005, Art.5.5.5.1.

Material: Soro congelado

Sinônimo:

Volume: 2,0 mL

Método: Cromatografia Liquida de Alta Resolução (HPLC)
    
Volume Lab: 1,0 mL

Rotina:     

Resultado: 25 dia(s)

Temperatura: Congelado

Coleta: - Coletar 1 tubo de soro. - Não é necessário jejum.

Interpretação: 3-Metilhistidina é um aminoácido encontrado apenas em actina e miosina de fibras de músculo esquelético a partir de fibras brancas. Ao serem catabolizados estes produtos 3-metil, são eliminadas na urina.

Referência: 2 a 9 umol/L

Material: Urina

Sinônimo:     

Volume: 20,0 mL

Método: Cromatografia Liquida de Alta Resolução (HPLC)
    
Volume Lab: 10,0 mL

Rotina:     

Resultado: 25 dia(s)

Temperatura: Congelado

Coleta:
    
Interpretação: Resultado catabolismo proteínas contráteis actina e miosina. 3-metil-histidina é excretada na urina, aumentando a sua excreção catabólicos em desordens do estado tais como sepsia e trauma. Porque este é um bom indicador de catabolismo em pacientes críticos.

Referência: 8 a 75 umol/mmol creatinina

Material: Urina

Sinônimo:     

Volume: 20,0 mL

Método: Cromatografia de Gases
    
Volume Lab: 20,0 mL

Rotina: Diária
    
Resultado: 30 dia(s)

Temperatura: Congelado

Coleta:
    
Interpretação:
    
Referência: Inferior a 150 mg/g de creatinina

Material: Soro congelado

Sinônimo:     

Volume: 2,0 mL

Método: Espectrofotometria Cinética
    
Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária
    
Resultado: 15 dias

Temperatura: Congelado

Coleta:
    
Interpretação: Uso: diagnóstico de obstrução biliar/colestática, investigação de doença hepatobiliar onde não se pode utilizar fosfatase alcalina (ex. gestantes), investigação de elevações de fosfatase alcalina. Valores aumentados: doença hepatobiliar obstrutiva, carcinoma hepático, cirrose biliar precoce. Valores normais: gravidez ou período pós-parto sem complicações hepáticas (ao contrário da fosfatase alcalina). Interferentes: hemólise, amostras com anticoagulante. - A 5´nucleotidase é uma enzima ligada à membrana das células. Está elevada no soro em casos de colestase, tendo significado muito semelhante à fosfatase alcalina e gama-GT, não sofrendo, ao contrário da gama-GT, indução por drogas.

Referência: 2,0 a 10,0 UI/L (37°C)
*Fonte: Bula do fabricante

Material: Urina 24 horas

Sinônimo:     

Volume: 10,0 mL

Método: Cromatografia Líquida de Alta Resolução (LOINC®: HPLC)
    
Volume Lab: 10,0 mL

Rotina:     

Resultado: 30 dia(s)

Temperatura: Congelado

Coleta: Coleta de urina 24 h. Misturar as amostras e anotar volume final. Enviar alíquota de no mínimo 20,0 mL.

Interpretação:     

Referência: Inferior a 4 mg/24h

Material: Raspado de cornea

Sinônimo:     

Volume: Raspado de córnea

Método: Microscopia , contraste de fase

Volume Lab: Raspado de córnea

Rotina: Diária
    
Resultado: 24 horas

Temperatura: Ambiente

Coleta: Raspado de córnea, conforme instrução do médico solicitante. Confeccionar duas lâminas e enviá-las em recipiente apropriado.

Interpretação: Uso: diagnóstico da ceratite por Acanthamoeba (pesquisa em biópsia ou raspado de córnea), diagnóstico de contaminação de lentes de contato em raspado de olho ou conjuntival, na encefalite por Acanthamoeba (pesquisa no líquor ou biópsia cerebral). As infecções por Acanthamoeba spp. ocorrem em pacientes imunossuprimidos, estando normalmente associadas ao uso de piscinas, rios, lagos (é um organismo comum na natureza). O diagnóstico pode ser feito através de análise com contraste de fase em LCR. Os casos mais recentes de ceratite por Acanthamoeba foram associados ao uso de lentes de contato.

Referência: Negativa

Material: sangue total com EDTA + 3 lâminas (esfregaço) sem anticoagulante

Sinônimo:     

Volume: 4.0 mL de sangue total com EDTA

Método: Microscopia - Coloração Giemsa.
    
Volume Lab: 4.0 mL

Rotina: Diária
    
Resultado: 24 horas

Temperatura: Ambiente

Coleta: Jejum não obrigatório. Para amostras encaminhadas via labex, é obrigatório o envio do tubo de amostra com EDTA e de 2 lâminas com extensão sanguínea (esfregaço) e sem coloração. As amostras de sangue total devem ser coletadas em tubos com EDTA, a estabilidade da amostra para ser enviada de outros laboratórios é de 48 horas. (Faixa de Temperatura Ideal de 20 à 25ºC).

Interpretação: Uso: acantócitos são hemáceas (eritrócitos) espiculadas irregulares, encontradas em pacientes contendo uma deficiência congênita de beta-lipo-proteínas. Estes pacientes também apresentam graves perturbações neurológicas. Células semelhantes podem ser observadas em pacientes com grave disfunção hepato-celular.

Referência: Negativa

Material: soro

Sinônimo:     

Volume: 3.0 mL

Método: ELISA

Volume Lab: 3.0 mL

Rotina: 3ª feira

Resultado: 48 horas

Temperatura: Congelado

Coleta: Coletar sangue, separar o soro. Se o exame não for realizado no mesmo dia, congelar a amostra.

Interpretação: Uso: confirmação diagnóstica de Miastenia Gravis, monitoramento do tratamento com drogas imunossupressivas. A Miastenia Gravis é uma patologia degenerativa neuromuscular, ocorrendo em todas as idades, às vezes associada a timoma, lupus ou artrite reumatóide, entre outros. Sua sintomatologia está associada ao dano autoimune contra receptores de acetilcolina pós-sinápticos. Estes anticorpos estão primariamente associados à redução do número de receptores de acetilcolina viáveis, embora também possa se determinar atividade imune celular contra os mesmos. Não há correlação entre condição clínica e títulos de anticorpos contra receptores de acetilcolina. Os anticorpos estão presentes em 87% dos pacientes com MG generalizada, 63% com a doença em sua forma ocular, e 58% dos pacientes com MG em remissão. Interferentes: hemólise, lipemia, uso recente de radiocontrastantes, amostra plasmática, azatioprina, corticosteróides, clorambucil, corticotropina, ciclofosfamida, ciclosporina, mercaptopurina, timectomia prévia, terapia imunossupressiva, plasmaferese, hemodiálise, esclerose amiotrófica lateral.

Referência:     
Negativo: Inferior a 0,45 nmol/L
Positivo: Maior ou igual a 0,45 nmol/L

Material: Sangue total com EDTA

Sinônimo:

Volume: 5,0 mL

Método: Colorimetrico c/ acetilcolina após hemolise em meio hipotonico
    
Volume Lab: 5,0 mL

Rotina: 3ª feira

Resultado: 48 h

Temperatura: Congelado

Coleta: Coletar 1 tubo de sangue com EDTA. Refrigerar imediatamente.

Interpretação: Uso: diagnóstico e monitoramento de exposição e intoxicação por compostos organofosforados e carbamatos (utilizados em agricultura comercial); triagem pré-operatória de pacientes com sensibilidade a succilcolina (genética ou secundária à exposição de inseticidas); estudos familiares de anomalias moleculares das colinesterases. Ver Colinesterase Sérica. A colinesterase intraeritrocitária (também conhecida como colinestarase verdadeira) é irreversivelmente inibida pelos organofosforados e reversivelmente inibida pelos carbamatos. Embora a dosagem sérica (da pseudocolinesterase ou colinesterase sérica) seja mais útil no diagnóstico de intoxicações agudas por estes compostos, a colinesterase intraeritrocitária é mais sensível a processos crônicos. Valores aumentados: estados hemolíticos como talassemias, esferocitose, anemia falciforme ativa, outras hemoglobinopatias e anemias hemolíticas adquiridas. Valores diminuídos: toxicidade por organofosforados, hemoglobinúria paroxística noturna, em alguns casos de anemias megaloblásticas.

Referência: AChE*  :   2,77  a  5,57  U/mL
* AChE = Acetilcolinesterase Eritrocitária

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